É um recorde que tem vindo a ser superado sucessivamente nos últimos anos. Segundo o IBGE, desde 1980, a esperança de vida ao nascer tem vindo a aumentar em média 4 meses e 12 dias em cada ano que passa tendo subido de 62,57 anos em 1980 para 73,17 anos em 2009. Já a moralidade infantil, caiu de 69,12 para 22,47 óbitos por mil nascidos vivos, no mesmo período.
Estes são alguns dados recentemente divulgados com as Tábuas Completas de Mortalidade – 2009 brasileiras.
Segundo o INE -Portugal:
” (…) A tábua de mortalidade, de vida ou de sobrevivência é um modelo tabular de análise demográfica que sintetiza um conjunto de funções básicas que permitem analisar, numa determinada população, o fenómeno da longevidade e efectuar juízos probabilísticos sobre a evolução da mortalidade.
A tábua de mortalidade constitui uma ferramenta estatística usada frequentemente por demógrafos, actuários, médicos e outros investigadores no domínio da saúde pública. (…) A tábua de mortalidade contemporânea assenta na análise de uma geração fictícia que é sujeita às condições de mortalidade observadas num determinado momento.”
No documento metodológico “Tábuas completas de mortalidade para Portugal: metodologia 2007 – 2007” o INE apresenta de forma escorreita (mas que se recomenda em particular a iniciados em estatística) a metodologia clássica para o cálculo de tábuas de mortalidade bem como a solução mais recente encontrada para o fecho da referida tábua, ou seja, para as idades mais avançadas que até então eram agregadas num único grupo de maiores de 85 anos.